[Evento] - A Seleção


Quem é fã da trilogia A Seleção, pode surtar \o A Editora Seguinte programou para abril, eventos do livro em vários estados. YUBI. No evento serão sorteados brindes exclusivos, e também as desejadas provas antecipadas da sequência A Elite. Você não pode ficar de fora dessa.
Confira a lista de locais e as datas:

São Paulo - 6 de abril
 Livraria Nove Sete
Rua França Pinto, 97 – Vila Mariana
Horário: das 15h às 18h
http://www.facebook.com/events/479020045499321/

Rio de Janeiro - 7 de abril
 Auditório da Livraria da Travessa – Shopping Leblon
Av. Afrânio de Mela Franco, 290 - Leblon
Horário: das 15h às 18h
http://www.facebook.com/events/122778404579120/

Brasília - 13 de abril
 Auditório da Livraria Cultura – Casa Park Shopping Center
SGCV – Sul – Lote 22 – Zona Industrial
Horário: das 15h às 18h
http://www.facebook.com/events/319037001532640/


Curitiba - 13 de abril
Auditório da Livraria Cultura – Shopping Curitiba
Rua Brigadeiro Franco, 2300
Horário: das 15h às 18h
http://www.facebook.com/events/440493992705418/

Fortaleza - 13 de abril
Auditório Saraiva Megastore – Shopping Iguatemi Fortaleza
Av. Washington Soares, 85
Horário: das 15h às 18h
http://www.facebook.com/events/226761724115206/

Recife - 13 de abril
Auditório – Saraiva Shopping Center Recife
R. Padre Carapuceiro, 777
Horário: das 15h às 18h
http://www.facebook.com/events/605911376103314/

Salvador - 13 de abril
Auditório da Livraria Saraiva – Salvador Shopping
Av. Tancredo Neves, 2915 – Caminho das Árvores
Horário: das 15h às 18h
http://www.facebook.com/events/227226504082302/

[Resenha] Eu e Você - Niccolò Ammaniti

Livro: Eu e Você
Autor: Niccolò Ammaniti
Editora: Bertrand Brasil
Número de páginas: 155
Classificação: 4,5/5

Minha Opinião:
" (...)Eu odiava os finais. Nos finais, no bem ou no mal, as coisas têm sempre que ficar arrumadinhas. Eu gostava de contar sobre confrontos entre alienígenas e terráqueos sem uma razão, sobre viagens espaciais em busca do nada. (...) Quando via um filme, detestava que papai e mamãe ficassem sempre comentando o fim, como se a história estivesse toda ali e o resto não importasse nada." (pág.129 e 130)
Eu e Você é o sétimo livro de Ammaniti, e deu origem ao filme de mesmo nome do aclamado diretor Bernardo Bertolucci.

Lorenzo é um tímido adolescente de 14 anos, que não gosta de manter contato com ninguém além de seus pais. Porém, manter-se afastado acaba por chamar a atenção dos alunos no colégio, quando tudo o que ele deseja é passar despercebido. Para isso, Lorenzo cria uma tática para se misturar, sem precisar ter contato com os outros alunos: ele finge ser igual aos outros. Pensando em tirar uma semana branca - sete dias de férias - só sua, Lorenzo finge que vai à viagem para esquiar com seus colegas, quando na verdade se refugia no porão de sua casa.
Com tudo preparado para a sua sobrevivência durante o tempo planejado, ele não esperava contar com a visita de sua meia-irmã Olívia.

Eu e Você é um livro curto, que consegue transmitir emoção e sentimento em poucas páginas. Fiz minha leitura em menos de 2h e me senti grata por encontrar um enredo tão simples e ao mesmo tempo tão tocante.
Niccolò não utilizou da beleza das paisagens de Roma para construir sua história, já que a maior parte dela se passa em um velho porão. O que poderia ser arriscado, funcionou perfeitamente nas mãos do autor. O cenário claustrofóbico nos passa uma ideia de proximidade e intimidade com os personagem.
No início nos deparamos com os pensamentos conflitantes de Lorenzo. Para desfrutar da solidão, sem chamar atenção dos alunos e professores, ele passa a observar o comportamento alheio para imitá-lo e permanecer incólume. O que achei mais curioso, é que em nenhum momento Lorenzo descreve sua aparência e fisionomia, deixando para o leitor a tarefa de imaginar o porquê dele não conseguir se misturar e fazer amizades como qualquer outro adolescente. Seria culpa de sua aparência diferente, ou apenas seu egocentrismo e presunção?

Seus pais, em especial sua mãe, são os únicos alicerces aos quais ele recorre. Os mesmos lutam para que o filho "se misture", ao mesmo tempo em que não percebem qual seria o real motivo de toda essa dependência, e afastamento das demais pessoas.
Só quando Olívia - sua meia-irmã, que o arrasta para o centro de seus problemas - aparece no porão, é que Lorenzo vê as estruturas de suas convicções serem abaladas. Sem saber reagir frente a presença dela, aos poucos vemos o crescimento e as transformações pelas quais ele passa. De receber cuidado a cuidar de alguém, os sentimentos de proteção e oferecer consolo e carinho a sua irmã afloram aos poucos, e modificam todas as suas certezas sobre manter-se afastado.
Com uma narrativa simplista e emotiva, Eu e Você traz uma história sobre amadurecimento, e nos mostra  como os problemas de outras pessoas podem afetar nossa vida mais do que imaginamos.


[Lançamentos Abril] Novo Conceito

Abril nem chegou, mas o coelhinho a Novo Conceito já anunciou os lançamentos que irão alegrar milhares de leitores, como eu. Vamos conferir as novis:


 Liberta-me é o segundo livro da trilogia de Tahereh Mafi. Se no primeiro, Estilhaça-me, importava garantir a sobrevivência e fugir das atrocidades do Restabelecimento, em Liberta-me é possível sentir toda a sensibilidade e tristeza que emanam do coração da heroína, Juliette.
Abandonada à própria sorte, impossibilitada de tocar qualquer ser humano, Juliette vai procurar entender os movimentos de seu coração, a maneira como seus sentimentos se confundem e até onde ela pode realmente ir para ter o controle de sua própria vida. Uma metáfora para a vida de jovens de todas as idades que também enfrentam uma espécie de distopia moderna, em que dúvidas e medos caminham lado a lado com a esperança, o desejo e o amor.
A bela escrita de Tahereh Mafi está de volta ainda mais vigorosa e extasiante.
 Imagine que você descobre que seu pai é um rei. Isso mesmo, um rei de verdade em um país no sudeste da Europa. E o rei quer levá-la com ele para assumir seu verdadeiro lugar de herdeira e futura rainha…
Foi o que aconteceu com Ana. Pega de surpresa pela informação de sua origem real, Ana agora vai ter que decidir entre ficar no Brasil ou mudar-se para Krósvia e viver em um país distante tendo como companhia somente o pai, os criados e o insuportável Alex.
Mudar-se para Krósvia pode ser tentador — deve ser ótimo viver em um lugar como aquele e, quem sabe, vir a tornar-se rainha —, mas ela sabe que não pode contar com o pai o tempo todo, afinal ele é um rei bastante ocupado. E sabe também que Alex, o rapaz que é praticamente seu tutor em Krósvia, não fará nenhuma gentileza para que ela se sinta melhor naquele país estrangeiro.
A não ser… A não ser que Alex não seja esta pessoa tão irascível e que príncipes encantados existam.
Simplesmente Ana é assim: um livro divertido, capaz de nos fazer sonhar, mas que — ao mesmo tempo — nos lembra das provas que temos que passar para chegar à vida adulta.
A recessão econômica obriga Clay Jannon, um web-designer desempregado, a aceitar trabalho em uma livraria 24 horas. A livraria do Mr. Penumbra — um homenzinho estranho com cara de gnomo.
Tão singular quanto seu proprietário é a livraria onde só um pequeno grupo de clientes aparece. E sempre que aparece é para se enfurnar, junto do proprietário, nos cantos mais obscuros da loja, e apreciar um misterioso conjunto de livros a que Clay Jannon foi proibido de ler.
Mas Jannon é curioso…









 A policial Tessa Leoni matou seu marido, Brian Darby, em legítima defesa. A arma do crime está à vista de todos e os hematomas no corpo de Tessa confirmam a ocorrência. A policial também não fez questão de fugir, ou de arrumar qualquer justificativa para explicar aquele corpo estendido no chão da cozinha, portanto, aparentemente, o que a investigadora D.D.Warren tem à sua frente é o desfecho de uma briga doméstica. Um caso simples.
No entanto, ao abrir o inquérito, D. D. terá uma surpresa: este não é o primeiro homicídio de Tessa Leoni e — afinal — onde está a filhinha de seis anos da policial? Será que a policial Leoni realmente atirou em seu marido para matá-lo? Uma mãe seria capaz de prejudicar intencionalmente sua filha?
D. D. Warren, a experiente detetive que acredita que desvendar um caso é como mergulhar na vida do criminoso, enfrentará mais uma investigação que a levará a uma busca frenética por uma criança desaparecida enquanto tenta encaixar as peças de um mistério familiar que a levará a quebrar os muros do corporativismo policial.

 Meredith e Nina Whiston são tão diferentes quanto duas irmãs podem ser. Uma ficou em casa para cuidar dos filhos e da família. A outra seguiu seus sonhos e viajou o mundo para tornar-se uma fotojornalista famosa. No entanto, com a doença de seu amado pai, as irmãs encontram-se novamente, agora ao lado de sua fria mãe, Anya, que, mesmo nesta situação, não consegue oferecer qualquer conforto às filhas.
A verdade é que Anya tem um motivo muito forte para ser assim distante: uma comovente história de amor que se estende por mais de 65 anos entre a gelada Leningrado da Segunda Guerra e o não menos frio Alasca. Para cumprir uma promessa ao pai em seu leito de morte, as irmãs Whiston deverão se esforçar e fazer com que a mãe lhes conte esta extraordinária história.
Meredith e Nina vão, finalmente, conhecer o passado secreto de sua mãe e descobrir uma verdade tão terrível que abalará o alicerce de sua família… E mudará tudo o que elas pensam que são.

Eu estou ansiosa por todos os lançamentos, e vocês?

[Resenha] Never Sky (Sob o Céu do Nunca) - Veronica Rossi

Livro: Never Sky - Sob o Céu do Nunca - livro #1
Autora: Veronica Rossi
Editora: Prumo
Número de páginas: 333
Classificação: 3.5/5

Minha Opinião:

- As nuvens se dissipam? - perguntou ela.
- Completamente? Não. Nunca
- E quanto ao Éter? Ele some em algum momento?
- Nunca, Tatu. O Éter nunca some.
Ela olhou pra cima.
- Um mundo de nuncas sob o céu do nunca. (pág.116)
 Never Sky é o primeiro livro da brasileira Veronica Rossi, lançado nos EUA, e vendido para mais de 25 países. Seus direitos de adaptação foram adquiridos pela Warner Bros. Aqui no Brasil, a distopia já era bastante aguardada pelos fãs do gênero, e valeu a pena esperar.

Ária vive em Quimera, um mundo encapsulado, onde os moradores não possuem qualquer contato com o mundo externo, além das experiências nos Reinos vividas através de um olho mágico. Ao perder o contato com sua mãe, Lumina, e não conseguir acessar a última mensagem deixada por ela, Ária acaba se aproximando de Soren - filho do Cônsul - que a leva juntamente com seus amigos para fora das depêndencias da capsula, em um lugar denominado Loja da Morte. Ao quebrar o esquema de segurança, Soren coloca a vida de todos em risco, e parece não ter a real consciência disso, quando decide acender uma fogueira. No lugar de fornecer informações sobre a mãe de Ária, Soren assume uma postura irreconhecível, totalmente fascinada por seus sentidos fora da capsula. Quando ele decide atacar Ária, a jovem teme pelo que pode acontecer. Porém, um Forasteiro, surge em seu caminho, salvando-a das garras de Soren, e de ser morta pelo fogo que já se alastrava.
De volta à sua capsula, Ária é banida de Quimera, sendo deixada sozinha sem a menor chance de sobrevivência.

Mais uma vez, o Forasteiro aparece em seu caminho, desesperado pelo sequestro de seu sobrinho, Talon, realizado por seu povo. Juntos, eles irão unir forças para sobreviver a tempestade de Éter, os ataques dos canibais e  as longas caminhadas enfrentando todo o tipo de adversidades, a fim de resgatar Lumina e Talon.

Never Sky não é só mais uma distopia comum. Com uma pegada sci-fi e sobrenatural, que conferem originalidade a trama, o livro superou as minhas expectativas. A ideia do olho mágico, e a possibilidade de experimentar outro tipo de vida em vários "mundos" sem sair do lugar, foi bastante inovadora e crível. A alta tecnologia foi um contraste com o modo primitivo com o qual os Corvos, também chamados de canibais, viviam.  O toque sobrenatural ficou por conta dos Sentidos Dominantes com o qual os Forasteiros eram marcados. Perry possui o olfato muito apurado, e também pode enxergar no escuro, graças ao seu sentido de Vidente. Veronica soube dosar perfeitamente cada um dos elementos, sem tornar o enredo uma salada mista de assuntos.
Narrado em terceira pessoa, intercalando o ponto de vista de Ária e Perry, a autora nos aproxima dos conflitos e todos os revés vividos pelos protagonistas. Minha preferência sempre pendeu para a narração em primeira pessoa, e poucos são os livros que conseguem transmitir proximidade com os personagens quando narrados em terceira, e Never Sky foi um deles. A narrativa de Rossi é direta e sem floreios, motivos que tornaram a leitura frenética.

Ária gradualmente sofre uma grande transformação, de uma menina cheia de medos, em uma corajosa mulher que não se limita a ficar esperando ser salva. Partir para a ação é um dos lemas preferidos em se tratando de distopias. Ela me lembrou vagamente a Katniss de Jogos Vorazes, só que sem a característica frieza. Sua motivação e instinto de sobrevivência vieram a calhar durante sua peregrinação pela Loja da Morte. Acostumada a viver em uma cápsula sem sentir qualquer perigo, ou dor, Ária precisou se adaptar a um mundo e modo de vida completamente desconhecidos.
Perry à primeira vista pode parecer um ogro, mas aos poucos a autora remove a "casca" que encobre seus sentimentos, revelando um Perry vulnerável e humano. O romance entre eles surge naturalmente, e foge do piegas comumente encontrado em algumas distopias.
A cultura dos Marés, povo a qual Perry pertencia, não nos foi completamente revelada, assim como as causas para as frequentes tempestades de Éter, e o motivo que levou o povo a viverem em cápsulas protegidas do mundo externo, e este foi o motivo para a minha classificação com três estrelinhas e meia.

Embora a capa não tenha chamado muito minha atenção à primeira vista - já que eu sou apaixonada pela capa americana - em mãos ela é muito mais atrativa do que parece, pois possui um metalizado que dá vida ao Éter representado no céu, o que achei bem mais coerente com a história do que a capa original. A diagramação é muito bonita, e não encontrei nenhum erro de português.
E o bom é saber que não vou ficar muito tempo roendo as unhas para saber o que acontecerá com Ária e Perry na continuação Through the Ever Night, que tem previsão de lançamento para o segundo semestre deste ano.
Para os fãs de distopias com uma grande dose de ação, e uma pitada de romance, Never Sky é um livro que você precisa ter na estante.

Capa americana do primeiro e segundo volume.

[Lançamentos] Editora Seguinte e Paralela

 E se o amor continuasse além da vida?
Laurie Frankel, a talentosa autora de "Atlas do amor", inova em seu segundo romance, no qual conta a história do jovem casal que estendeu seu amor para além dos limites da vida. Não é milagre e nem magia, é pura ciência da computação! Graças ao software que Sam Elling, um divertido programador do MIT, desenvolve, torna-se possível conversar com projeções perfeitas de pessoas queridas que morreram. Assim, ele ajuda sua namorada a superar a perda recente da avó, mas não esperava que um dia fosse precisar se tornar usuário de seu próprio programa...
Esta é uma história de amor do século XXI, encantadora e original, que nos faz pensar na vida (real e virtual) e na morte, nas paixões e nas perdas. Se de fato nada dura para sempre, talvez o amor desafie a ordem natural, e dizer adeus pode ser apenas um começo.

 Jon Withcroft não estava nada feliz de ser mandado para o internato bem quando a mãe tinha acabado de aparecer com o primeiro namorado. Para completar, na sexta noite em Salinsburry, ele encontra um motivo ainda maior para sair correndo dali: passa a ser perseguido por um bando de fantasmas, que desejavam nada mais nada menos que a sua morte! Em vez de pedir ajuda para a mãe, Jon recorre a outro protetor: sir William Longspee, um cavaleiro fantasma que, depois de ser assassinado, jurou zelar pelos fracos e inocentes e que, ao lado do garoto, vai percorrer cemitérios, duelar contra zumbis e enfrentar os maiores perigos.


 No presente, Gildo dirige misteriosamente por uma estrada. No passado, há uma história de amor que não deu certo. No futuro, ele chegará a seu destino e reencontrará o irmão, que acabou de ter um filho e não espera por essa visita. Mas por que tanta agonia? O que ele esconde? De que ou de quem ele foge? Por quê? Uma história contada em três tempos, cheia de mistério e tensão.

Cary Harper é um escritor famoso. Logo após o cruel assassinato de sua filha adotiva, ele também é assassinado. A irmã de Harper morre em circunstâncias igualmente misteriosas. Quem cometeu os crimes? Por que os cometeu? Essas são as perguntas que levam a médica-legista Kay Scarpetta a seguir as poucas pistas deixadas pelo criminoso. Além das provas que consegue colher nos corpos levados ao necrotério, Scarpetta sai a campo com o chefe de polícia Pete Marino e com o agente do FBI Benton Wesley na tentativa de solucionar o caso. As mais variadas hipóteses vão sendo sucessivamente abandonadas. Nada parece dar conta de todas as circunstâncias. Um dia, porém, a dra. Scarpetta recebe a visita de um desequilibrado mental que acaba fornecendo a única pista para a identidade do assassino. Envolvida demais no caso, a jovem legista começa a receber telefonemas ameaçadores. Seria ela a próxima da lista?

Quando os melhores amigos Dak Smyth e Sera Froste descobrem o segredo da viagem no tempo - um dispositivo portátil conhecido como Anel do Infinito -, eles acabam envolvidos numa guerra secreta que existe há muitos séculos e decidirá o futuro da humanidade. Recrutados pelos Guardiões da História, uma sociedade secreta que existe desde Aristóteles, as crianças descobrem que a história havia saído desastrosamente de seu curso natural. Agora, Dak, Sera e Riq, o jovem guardião em treinamento, devem voltar no tempo para corrigir as Grandes Fraturas - e, no caminho, ainda salvar os pais de Dak.
A primeira parada é na Espanha de 1492, quando um navegador chamado Cristóvão Colombo está prestes a ser lançado ao mar, durante um motim terrível.
Estou bem ansiosa para ler Corpo de delito, Adeus, por enquanto e O cavaleiro fantasma.E vocês?

[Resenha] Nevermore - Kelly Creagh

Livro: Nevermore
Autora: Kelly Creagh
Editora: Pandorga
Número de páginas: 445

Classificação: 4/5

Minha Opinião:

"Eu nunca quis que você fosse arrastada para nada disso - nunca. Por favor, acredite em mim.
De alguma forma, eu perdi o controle de tudo.
Eu só queria poder ver você de novo, dizer tudo o que eu não disse antes. Acima de tudo, queria que houvesse uma forma de podermos recomeçar. Aconteça o que acontecer, saiba que eu não queria que acabasse assim. 
Sempre seu, V."

Nevermore me atraiu pela linda capa em inglês (se bem que me apaixonei à segunda vista pela capa nacional, por causa da minha paixão por corvos), e por abordar o universo sombrio de Poe, que me fascina completamente. Não teria como me decepcionar com a leitura. Kelly consegue criar um mundo sobrenatural totalmente original e instigante, onde alguns dos principais contos de Edgar Allan Poe ganham vida através das páginas.

Isobel é líder de torcida, e tem o seu grupinho de amizade entre os "populares" perfeitamente consolidado. Porém, ao ser escolhida pelo seu professor para fazer dupla em um trabalho de inglês, com Varen - o gótico - tudo começa a mudar. Aos olhos de seus amigos, Varen é uma aberração. Eles podem jurar que o menino tem um pacto com o diabo, e que anda pela escola disposto a roubar a alma de alguém. Bastante contrariada, Isobel procura Varen para discutir sobre o trabalho, e percebe que as acusações contra ele não passam de boatos. Imediatamente Isobel sente simpatia por ele, e mal pode esperar para encontrá-lo novamente. Brad, seu namorado, não fica nada feliz com a aproximação dos dois, e fará de tudo para infernizar a vida de Varen.
Cada vez mais ligada a Varen, Isobel adentra em um mundo sombrio e inquietante, onde tem constantes sonhos com um misterioso homem de máscara branca.

Você pode estar pensando após ler a sinopse: uma líder de torcida se apaixonando por um garoto gótico, o que isso tem de original? A princípio esse foi o meu maior medo. Cansei de livros do gênero YA, que trazem sempre os mesmos dilemas, e um romance instantâneo. Pode ficar despreocupado. Nevermore não tem nada disso.
A autora trabalha sem nenhuma pressa a questão do envolvimento de Varen com Isobel. No começo os dois se tratam com desdém e indiferença, pois pertencem a mundos completamente diferentes, e aos poucos o mundo de ambos se colide. As diferenças entre os dois, só serve para apimentar ainda mais o relacionamento.
Meu primeiro pensamento ao saber que a protagonista é líder de torcida foi: mais uma protagonista mimada. Mas eu estava enganada. Isobel é corajosa e nada entediante. Acho que o fator que a tornou uma boa protagonista, é o fato de sempre questionar os eventos estranhos que aconteciam com ela, e não correr para os braços de Varen para se proteger. Mocinhas pró-ativas, sempre me agradam.
Já Varen, é o tipo de personagem que desperta amor à primeira vista, e ele despertou o meu. A combinação roupa preta + corrente de prata + piercing + cabelo nos olhos + amor por Poe, funcionou perfeitamente. Mesmo sendo sombrio e taciturno, ele exala doçura pelos poros. A estranha junção entre os dois deu certo.
Brad cumpre bem o papel de namorado pé no saco. As cenas em que ele tentava afetar a calma de Varen, partiram meu coração.

A parte sobrenatural é revelada aos poucos. No começo pode até parecer confuso para quem não conhece as obras de Poe, porém, a autora realizou com perfeição sua lição de casa, já que ela é uma fã do autor. Os contos são apresentados ao leitor, que os descobre junto com Isobel. Detalhes sobre a vida de Poe e sua misteriosa morte também são abordados. 
Isobel acaba entrando em um mundo completamente assustador, e desconhecido, e ao seu lado ela terá apenas um misterioso mascarado que não ajuda muito ao esconder sua verdadeira identidade.
Gosto da forma como os contos de Poe, e o mundo de Creagh coexistem. O enredo é tão bem elaborado, que foi difícil enxergar falhas, mas infelizmente elas existem.
A narração em terceira pessoa apesar de agradável, deixa a desejar. Não consegui me envolver 100% com os personagens e seus dilemas, especialmente com Isobel. O desfecho também deixou a desejar, já que Varen dá uma sumidinha básica, e só retorna no fim. Ainda assim, a leitura foi extremamente agradável, e vai ser difícil o segundo volume superar a adrenalina que senti ao ler as últimas páginas.

O trabalho gráfico que a Editora Pandorga realizou ficou perfeito. A capa vermelha contrastando com as páginas pintadas de preto, e um corvo em cada início de capítulo, tornaram o livro muito mais atrativo visualmente. O mesmo não posso dizer da revisão ortográfica, que pecou com suas muitas falhas.
Nevermore é uma leitura que agradará não somente os fãs do mundo sombrio, ou do autor Poe, mas também aos leitores que estão em busca de um YA sobrenatural original com uma pitada na medida exata de romance.

[Sorteio] Garota Exemplar


Quem aí quer conhecer a história de Nick e Amy? Garota Exemplar é um livro que está mexendo com o imaginário de milhões de leitores, e você pode ganhar um exemplar só seu. Para participar é fácil. Siga o blog pelo facebook e preencha o formulário abaixo. Voilá, já está concorrendo. Boa sorte.


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[Resenha] Garota Exemplar - Gillian Flynn

Livro: Garota Exemplar
Autora: Gillian Flynn
Editora: Intrínseca
Número de páginas: 433
Classificação: 4,5/5 (favorito)

Minha Opinião:

"Eu sou um grande fã de mentira por omissão"
"Os noticiários mostrariam Nick Dunne, marido da mulher desaparecida, de pé metalicamente junto ao sogro, braços cruzados, olhos vidrados, parecendo quase entediado, enquanto os pais de Amy choravam. E então, ainda pior. Minha antiga reação, a necessidade de lembrar às pessoas que eu não era um babaca, que era um cara legal apesar do olhar frio, do rosto de babaca pretensioso. Então lá veio ele, do nada, enquanto Rand implorava pela volta da filha: um sorriso assassino."

Nick Dunne deveria estar comemorando o quinto ano de seu casamento, se não fosse o desaparecimento de sua esposa Amy. Ao encontrar a casa toda revirada, Nick pensa que a esposa foi vítima de um sequestro, e logo entra em contato com a polícia. Aparentemente calmo, e procurando colaborar com a investigação, Nick passa de esposo preocupado a principal suspeito de um provável assassinato.

Tudo complica quando a polícia encontra um diário de Amy, e nele é relatada uma história completamente diferente da qual Nick conta. De quem seria a versão correta? Onde Amy está? Por que Nick demonstra tanta frieza com o sumiço de sua esposa? É o que o leitor irá descobrir neste impressionante thriller de tirar o fôlego.

Garota Exemplar estreiou em sexto lugar na lista de livros mais vendidos no Brasil, e já vendeu 4 milhões de exemplares pelo mundo, ficando atrás apenas da trilogia Cinquenta tons de cinza. O best-seller tem provocado um verdadeiro alvoroço, e o bom é que a história faz jus a tantos comentários.
Eu praticamente li o livro no escuro, pois não sabia quase nada a respeito do enredo, apenas que o marido era o principal suspeito no sumiço da mulher, e foi bem melhor assim. Me surpreendi, e passei dois dias em claro, pensando em como o ser humano pode ser tão complexo e esconder seus reais sentimentos de um modo assustador.
O livro é narrado em primeira pessoa, intercalando os pontos de vista de Nick e Amy. A narrativa de Gillian é brilhante e ardilosa. O leitor permanece a leitura inteira se perguntando quem seria o vilão, e quem seria o mocinho. A dubiedade de sentimentos em torno do caráter dos personagens é o maior ponto positivo da obra. Ao mesmo tempo em que eu amava Nick, eu o odiava. O mesmo acontecia com Amy.
A história é dividida em três partes, e aí que esta a grande sacada da autora: no final de cada parte, a história atinge seu clímax, com uma reviravolta de aplaudir de pé.

Nick e Amy são as personagens mais verossímeis com os quais me deparei em todos os meus anos de leitura. A impressão que eu tinha é que eles sairiam das páginas, e iriam bater à minha porta para tomar um cafézinho.
Por ser uma escritora de testes de personalidade para revistas, Amy se referia muito ao comportamento de Nick através de testes feitos por ela mesma, o que tornava sua narrativa muito interessante e peculiar. Ela revelava um comportamento bastante presunçoso, e ao mesmo tempo humilde, deixando o leitor em suas mãos. Contraditório não? Contradição seria o subtítulo de Garota Exemplar.
A minha reação ao ler as partes onde Nick narrava foi mais ou menos assim: ele é um bom marido; ele é um péssimo marido; se eu fosse esposa dele o enforcaria; mas ele tem um charme e parece querer ser um bom marido. Eu não sabia se torcia por ele, ou se ficava contra ele, ou se o abraçava e levava pra casa.
Margô, a irmã gêmea de Nick, foi a única personagem da qual gostei o tempo todo. Suas tiradas de humor, e a preocupação que demonstrava com o irmão, tornaram-na a personagem mais humana - se não a única -, da livro.
Flynn abusa do humor negro e sarcástico, que transformam Garota Exemplar em um livro atual e genial.

O desfecho foi inimaginável. A loucura é ter odiado o final que a autora deu aos personagens, e mesmo assim pensar que aquele final seria o mais coerente. Impossível prever o que aconteceria com o passar das páginas, e a imprevisibilidade tornou a obra a minha favorita do gênero. O curioso é que este é o tipo de livro que você não vai conseguir guardar a história para si. Você vai querer discutir, e contar o enredo para alguém próximo, desejando obter outro ponto de vista sobre tudo. Assim que terminei a leitura relatei tudo para meu esposo, me questionando o quanto realmente o conheço. É assustador imaginar que aquele com quem dividimos o dia a dia, e está sempre ao nosso lado, pode possuir sentimentos e pensamentos obscuros sobre nós. O casamento pode aproximar e fazer com que o cônjuge se abra inteiramente com o outro, por outro lado, ele também pode trazer à tona nossa pior lado, aquele em que ocultamos pequenas coisas que com o tempo viram uma grande bola de neve de mentiras, impossível de conter.
 

[Sorteio] Kit Extraordinário

Olá leitores. Em parceria com a Editora intrínseca, hoje trago a promoção de um livro maravilhoso que me inspirou muito. Extraordinário ficou entre as melhores leituras deste ano, e com certeza irei reler muito em breve.
O kit irá conter o livro + marcador + e um lindo espelho.
Para participar é fácil, basta curtir a página do blog no face e preencher o formulário. Fique atento as opções extras (para twettar a frase, é obrigatório seguir o blog no twitter). Boa sorte


a Rafflecopter giveaway

[Resenha] No escuro - Elizabeth Haynes

Livro: No Escuro
Autora: Elizabeth Haynes
Editora: Intrínseca
Número de páginas: 333
Classificação: 3,5/5

Minha Opinião:
"Eu o vejo em todos os lugares, o tempo todo. Sei que ele não pode ser os homens que vejo, pois ele se encontra a milhares de quilômetros de distância, e bem trancado dentro da prisão. Mas ainda assim ele me assombra, uma apraição frequente, lembrando-me de que nunca vou me livrar dele. Como eu poderia, se ele ainda está dentro da minha cabeça?" (pág.63)

No escuro é o primeiro romance de Elizabeth Haynes, eleito pela Amazon UK o melhor livro de 2011.
Após perder os pais, Catherine mergulhou em um mundo de festas, bebedeiras e sexo com desconhecidos. Em uma de suas típicas saídas, ela conhece Lee - o segurança de uma boate -, que logo se encanta por sua beleza. O começo do namoro é cercado de promessas e amor, porém, com o passar do meses, Lee se revela completamente agressivo e inconstante. Agredida verbalmente e fisicamente, Catherine só pensa em se livrar dos abusos sofridos pelo namorado, mas a tarefa não é tão fácil, já que Lee segue todos os seus passos.
Depois de tentar matar a namorada, e a manter em cárcere privado, Lee é preso. Catherine não guarda somente as marcas físicas do abuso sofrido, como também um grande trauma emocional, que desencadeia um transtorno obessivo compulsivo, tornando tarefas simples, como fechar a porta do apartamento, em penosas verificações que passam uma falsa sensação de segurança.

Narrado em primeira pessoa, por Catherine, o livro intercala a narração entre presente e passado, dando ao leitor a oportunidade de adentrar no mundo da protagonista em dois momentos distintos. A Cathy do início é vivaz, e gasta seu tempo livre indo de pub em pub com as amigas do trabalho para se divertir. Diversão é uma palavra que não existe em seu dicionário, após o abuso sofrido por Lee. Ela se torna apática, e realiza todas as tarefas mecanicamente, como tomar chá no mesmo horário todos os dias, e fazer compras somente em dias pares.
Lee é um incógnita nos primeiros capítulos. Juro que cheguei a pensar: Mas o que esse homem fez de tão grave, para deixar a namorada tão traumatizada? Até então, no início, eu só conseguia enxergar o lado doce, e romântico dele. E foi ai que a narrativa de Elizabeth me fisgou. Ao mesclar presente e passado, o leitor não se dá conta de quem Lee é, até que Catherine nos revele.
Outrra abordagem que Haynes acertou, foi a narração do julgamento de Lee, aproximando-nos dos personagens, e tornando a história ainda mais convincente.

Existe toda a tensão de saber o que Lee fez, e como Cathy se tornou uma mulher cheia de medos e seriamente afetada pelo TOC. Foi justamente esse toque de tensão, que tornou a história tão interessante. Catherine é uma protagonista agradável. Apesar de seus hábitos tidos como "estranhos", ela não discursa como uma pobre coitada que merece pena. Cathy é uma mulher forte, mesmo após tudo o que sofreu.
O único ponto negativo, foi a feliz coincidência do vizinho de Cathy ser justamente um psicólogo, que a ajuda no tratamento do TOC. Stuart é agradável, e aí está todo problema. Ele era bonzinho demais, perfeito demais, e consequentemente, inacreditável demais. Nem quando Cathy explodia de raiva com ele, ele era capaz de extravasar alguma reação tida como normal. Isso quebrou com o toque de realismo que a obra tinha até então.
O desfecho foi surpreendente como deveria ser - mesmo que tenha sido um tanto abrupto -, e ainda que o final tenha ficado em aberto, me agradou muito. Ler as últimas páginas, foi como receber um choque. 
O livro poderia ter sido ainda melhor, se tivessemos a narração de Lee. Achei que sua personalidade não foi completamente moldada, e no final acabamos não sabendo o motivo que o levou a cometer tanta violência com a namorada. Sei que nada justificaria tal ato, porém, senti falta de saber o que se passava na mente dele.
Para quem gosta de um bom thriller psicológico, No escuro é uma boa pedida, pois revela de modo realista, o quão destrutivo pode ser um relacionamento onde uma das partes busca o controle sobre o companheiro, ainda mais quando envolve agressão.

[Resenha] HQ The Walking Dead

 Olá leitores. Como prometido desde o ano passado (sorry a demora), este mês trago o especial The Walking Dead, com informações sobre as HQ's, série de TV e também a resenha dos livros lançados pela Editora Galera Record. O post de hoje traz a resenha da História em quadrinhos, que deu origem a série de TV , sucesso em todo o mundo. Meu primeiro contato com o universo zumbi de TWD foi através da HQ. Para quem só assistiu a série de TV, e virou fã desde o primeiro episódio, vale a pena ler as HQ's para entender mais sobre os personagens.
Preparados para o apocalipse zumbi?

HQ: The Walking Dead #1
Autor: Robert Kirkman eTony Moore
Editora: Comics (no Brasil a série foi traduzida pela HQM)

Resenha:

Escrita e criada por Robert Kirkman e publicada nos Estados Unidos pela Image Comics a partir de 2003 em edição mensal, contando ainda com arte de Charlie Adlard a partir da edição número 7 e publicada no Brasil pela HQM Editora com o título de Os Mortos-Vivos, The Walking Dead conta a história de um grupo de sobreviventes em um mundo apocalíptico repleto de zumbis.

Centrada em Rick Grimes, policial de uma cidade pequena chamada Cynthiana, no estado do Kentucky, que é atingido em serviço ficando em coma. Ao despertar ele sai à procura de sua esposa Lori e seu filho Carl. Mas o mundo como o conhece não é mais o mesmo. Ele está infestado de criaturas que caminham, meio mortas, meio vivas, chamadas assim de mortos-vivos ou caminhantes mortos no original. A saga conta a sobrevivência a este novo mundo e as novas circunstâncias que Rick, sua família e os outros sobreviventes enfrentam diariamente.

Ganhadora em 2010 do prêmio Eisner Award de Melhor Série Contínua e do Prêmio Eagle, esta HQ não é para qualquer um. 1º É terror e nem todo mundo gosta deste gênero. 2º Rick não é um personagem comum e isto está além do fato dele ser policial e ter que lidar com situações que em outros tempos não seriam tão desafiadoras. 3º A HQ toda em preto e branco (ou tons de cinza?), conta com desenhos realistas, que chocam e impactam o leitor pela dramaticidade e carnificina.

Talvez esta seja a maior diferença da HQ para outras publicações que utilizam o tema zumbi como mote principal. Não é caricato nem zombeteiro, e o fato da personagem principal ser um policial o coloca de frente com questões morais e éticas que não seriam possíveis com qualquer outro personagem.

A leitura é totalmente envolvente (apesar de ser terror) e o faz refletir às diversidades encontradas pelas personagens em um mundo onde não há muita diferença entre o certo e errado, onde o amor ao próximo é praticamente inexistente e onde a sobrevivência do ‘eu’ fala mais alto a todo instante. O que você faria para proteger os que ama? Quem é amigo e quem é inimigo? O perigo realmente mora ao lado? Qual a expectativa de vida daqueles que sobrevivem? Vale a pena viver e lutar ou é melhor entregar-se e ter descanso eterno?

Nem todas as respostas você encontrará nas HQ’s, mas o fará refletir em como o nosso mundo está hoje e como seria se alguma catástrofe atingisse a todos sem exceção. Leitura mais do que recomendada para os apreciadores do gênero.



The Walking Dead - [Série de TV]

Baseada na HQ de mesmo nome, produzida pelo próprio Robert Kirkman. Quando se recebe a notícia de que sua leitura favorita será adaptada para tv/cinema surge não só a expectativa, como também o receio. Positivamente The Walking Dead me surpreendeu. Provavelmente pelo fato do criador da HQ estar diretamente envolvido.
 A fotografia é bem realista, há inclusive um coreógrafo por assim dizer, ‘dos passos zumbis’. Há cenas em que é possível ver quadro a quadro da HQ, tamanha perfeição na reprodução. Contudo, há personagens criados especialmente para a série (e que parecem fazer mais sucesso) e há personagens da HQ que foram suprimidos.



Rick Grimes - policial, casado com Lori, pai de Carl



Lori - esposa de Rick, mãe de Carl
Carl - filho de Rick e Lori
Shane - policial, melhor amigo de Rick

Sophia - filha de Carol

Jim
Tyresee



http://25.media.tumblr.com/tumblr_m4pqj2y1PZ1r26wwko1_500.jpg
Glenn – entregador de pizza



http://3.bp.blogspot.com/-lyNx3iqr4fg/UHNrCN0HHJI/AAAAAAAABNE/qTpZk7AQB7w/s1600/The+Walking+Dead+%25E2%2580%2593+Personagens+HQ+x+S%25C3%25A9rie+%25285%2529.jpg
Dale

 

http://3.bp.blogspot.com/-_g8rsUN2zP0/UHNrDeyDomI/AAAAAAAABNU/Q0Rv7FHvOJA/s1600/The+Walking+Dead+%25E2%2580%2593+Personagens+HQ+x+S%25C3%25A9rie+%25287%2529.jpg
Amy - irmã da Andréa


Carol

Michonne

Maggie - filha de Hershel, namorada de Glenn


Hershell - médico veterinário