[Lançamentos março] Editora Intrínseca

Março já começou, e com ele mais livros super desejados, para aumentar a listinha de desejos dos leitores. E a nossa parceira, Editora Intrínseca, traz ótimos lançamentos. Vamos conferir:

 Jornalista e ex-crítica da Entertainment Weekly, Gillian Flynn tornou-se uma das mais aclamadas escritoras de suspense da atualidade. Garota exemplar conquistou crítica e público, teve três milhões de cópias comercializadas e está há 37 semanas na lista de best-sellers do New York Times. 
Na manhã do quinto aniversário de casamento, Amy desaparece de casa, às margens do Rio Mississippi. Tudo indica se tratar de um sequestro, e seu marido Nick imediatamente chama a polícia, mas logo as suspeitas recaem sobre ele. Exibindo uma estranha calma e contando uma história bem diferente da relatada por Amy em seu diário, ele parece cada dia mais culpado, embora continue a alegar inocência. À medida que as revelações sobre o caso se desenrolam, porém, fica claro que a verdade não é o forte do casal. 
O relato perturbador de Gillian Flynn chegará aos cinemas com produção de Reese Witherspoon. David Fincher (Clube da luta e A rede social) está sendo sondado pelo estúdio para dirigir a adaptação.

Se o assunto é relacionamento, o tipo de garota de Colin Singleton tem nome: Katherine. E em se tratando de Colin e Katherine, o desfecho é sempre o mesmo: ele leva o fora. Já aconteceu muito. Dezenove vezes, para ser exato. Depois do mais recente e traumático término, ele resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e um melhor amigo bem fora de forma no banco do carona, o ex-garoto prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar pés na bunda, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam. Uma descoberta que vai mudar para sempre a história amorosa do mundo, vai vingar séculos de injusta vantagem entre Terminantes e Terminados e, enfim, elevará Colin Singleton diretamente ao distinto posto de gênio da humanidade. Também, é claro, vai ajudá-lo a reconquistar sua garota. Ou, pelo menos, é isso o que ele espera.

 Nova edição do romance adulto de Stephenie Meyer com capa inspirada no cartaz do filme estrelado por Saoirse Ronan, Max Irons, Jake Abel e Diane Kruger. Com estreia prevista para 29 de março nos cinemas brasileiros, a produção tem roteiro e direção de Andrew Niccol (O Preço do AmanhãO Senhor das Armas).
A autora de Crepúsculo estreia na ficção científica abordando um triângulo amoroso que envolve apenas dois corpos, numa Terra ocupada por alienígenas que parasitam os humanos, tomando o lugar de suas almas. Melanie é uma hospedeira que resiste, bombardeando a alma invasora com memórias e desejos, recusando-se a esquecer seu passado, inclusive Jared, que se torna a paixão de ambas.

No segundo livro da série Delírio, Lena Haloway está dividida entre o passado – Alex, a luta pela sobrevivência na Selva – e o presente, em que terá que lutar contra um sistema cada vez mais repressor, sem, porém, se transformar em um zumbi.
A Fox está produzindo o piloto de uma série de tevê inspirada em Delírio, que já tem elenco definido. Daren Kagasoff (astro de The Secret Life of the American Teenager) interpretará Alex, a paixão secreta de Lena Haloway, que será vivida por Emma Roberts.
  Bruno Littlemore é diferente de qualquer outro chimpanzé do mundo. Precoce e com uma inteligência acima da média, o jovem Bruno, nascido no zoológico de Chicago, é logo transportado a um laboratório, onde fica sob os cuidados de uma eminente primatóloga chamada Lydia Littlemore. Ao descobrir o talento único de Bruno, Lydia o leva para sua própria casa a fim de supervisionar sua educação e permitir que o animal desenvolva a paixão por artes plásticas. Mas, apesar de todos os dons de Bruno, o chimpanzé tem dificuldade em enjaular seus instintos mais primitivos.

Calcula-se que das 15.000 crianças que passaram pelo campo de internamento de Terezín, na antiga Tchecoslováquia, apenas 100 chegaram com vida ao fim da Segunda Guerra Mundial. A respeitada artista plástica Helga Weiss é autora de um dos mais comoventes testemunhos do Holocausto. Aos 83 anos, ela vive em Praga, no mesmo apartamento em que morou com os pais antes da deportação.
Em 1938, por ocasião da ocupação nazista em seu país, a menina de 8 anos, filha de um bancário e uma costureira, começou a escrever e a desenhar suas impressões sobre tudo que aconteceu com sua família. Em um caderno, Helga narra a segregação dos judeus ainda em Praga, a desumana rotina de privações e doenças de Terezín e sua peregrinação ao lado da mãe por campos de extermínio como Auschwitz, onde escapou por pouco da câmara de gás.
 
Em seu livro de estreia, Thaisa Frank mescla filosofia e romance em uma história inusitada. O cenário é a Operação Postal, programa nazista em que um grupo de intelectuais respondia às cartas enviadas aos prisioneiros dos campos de concentração com objetivo de garantir sigilo sobre a Solução Final.
Certo dia, uma tarefa é passada pelo próprio Goebbels: responder a uma carta do filósofo Martin Heidegger para seu amigo e oculista Asher Englehardt, prisioneiro de Auschwitz. Diante da suspeita de que talvez a prosaica correspondência contenha algum tipo de mensagem cifrada que poderia desmantelar os planos do Terceiro Reich, os escribas e seus líderes se veem às voltas com o desafio de responder ao filósofo de uma forma que desencoraje uma nova troca de cartas e garanta a permanência tranquila do grupo.

 Estou super ansiosa para ler Pandemônio, O Teorema Katherine e Garota Exemplar, e vocês?

[Resenha] The Walking Dead - A ascensão do Governador

Livro: The Walling Dead - A ascensão do Governador
Autor: Robert Kirkman e Jay Bonasinga
Editora: Galera Record
Número de páginas: 360
Classificação: 5/5 (favorito)

Resenha:
"(...) Por aqui, não é dos mortos que você tem que ter medo... É dos vivos." (pág.320)
          Philip Blake é um viúvo com uma filha quando tudo o que ele conhece como ‘mundo’ muda. Junto com sua filha Penny, seu irmão Bryan Blake e seus amigos ...
           
Só existe uma palavra pra descrever o livro: indescritível. Terminei de ler o livro exatamente às 3 da manhã e fiquei até as 5:30 (horário em que o relógio desperta para marido ir trabalhar) olhando para o teto e absorvendo o último capítulo daquele que é um dos melhores livros que já li.

No início você pode torcer o nariz para este livro. Afinal de contas, o autor já conta com o sucesso das HQ’s e da adaptação para TV em um seriado, pra que o livro? A questão toda é que no desenrolar da HQ surge a personagem que certamente é a mais odiada e cruel: Philip Blake. Mas o que leva um cara simples e comum a tornar-se um déspota?
É recomendável que você leia até a HQ #30, para ter uma ideia do que o Governador é capaz. 

Totalmente intrigante, o livro apesar de ser curtinho, revela a via crucis que o protagonista passa durante o apocalipse zumbi e como esses acontecimentos o levam ao extremo de uma liderança totalmente autoritária.

Por vezes é comum simpatizar-se com Philip. Chega-se a conclusão que todo o sofrimento que ele causa, é uma resposta às adversidades vividas e uma compensação talvez inconsciente, em causar dor àqueles que o ameaça, antes que estes lhe façam mal.


Não se trata de uma leitura leve (não recomendo ler antes de dormir, ou terá sérios problemas, assim como eu tive :D), mas sim de um gancho para tentar compreender como as circunstâncias causam uma mudança drástica na vida das pessoas. Algumas para o bem, outras como Philip, para o mal.

Resenha por: Nathalia de Oliveira

[Lançamentos] Editora Bertrand

 Matt sempre sentiu que faltava algo em sua vida. Em uma caixinha marchetada, sua mãe guardou lembranças da infância do filho. Entre elas, várias fotos de quando ele era menino. Mas há algo que o intriga naquelas fotos. Seria mesmo ele ali? Por que ele não se lembra daquelas roupas? Dos brinquedos? E mais: por que sua irmã, Imogen, não aparece nas fotografias?
Diferentemente da maioria das escritoras do gênero, os romances de Marcia Willett fogem do pieguismo e dos lugares-comuns. Aproximam-se mais da vida real das pessoas, narrando situações complexas e verossímeis. No caso específico de Casa de verão, a autora aborda os mistérios que surgem em meio a uma família.
“Como Rosamunde Pilcher e Maeve Binchy, Marcia Willett constrói personagens tão fortes e reais que o leitor sente que eles podem lhe telefonar ou mandar um e-mail.” (Rocky Mountain News)
 Roseanne McNulty é uma idosa que há quase sessenta anos mora em um asilo. Doutor Grene, há décadas o psiquiatra responsável pela instituição, precisa finalizar alguns casos e analisar que pacientes podem ser liberados antes que o governo derrube o prédio em que ela funciona. Ao estudar o caso de Rose, o médico descobre que não conhece as origens dela nem por que foi parar lá. Como esclarecer isso? Perguntar à frágil paciente já com 100 anos e assumir seu descaso não parace uma boa ideia.
O livro é narrado por duas vozes: a de Roseanne, que escreve em seu diário na tentativa de recordar sua história; e a de Dr. Green, que em suas anotações relata a própria vida e a busca por informações sobre a paciente. A estrutura narrativa é um dos pontos que tornam a obra encantadora. Consegue-se ouvir a história da protagonista por vários referenciais, não sabendo nunca em quem acreditar: na idosa com memória fraca, ou nas testemunhas que o médico vai encontrando em sua pesquisa.
Outro ponto muito interessante é que Rose, ao relatar suas lembranças, desde os tempos em que morava com o pai atrás de um cemitério até os dias atuais, parece estar escrevendo para uma pessoa especial. O leitor o tempo todo vai se perguntar: “Será para mim?” Já o outro protagonista, a todo momento, tenta expiar suas culpas e seus pecados.
Com uma história envolvente e repleta de surpresas, Os Escritos Secretos, de Sebastian Barry, chega ao Brasil após chamar a atenção da crítica literária, vencer o Costa Book Prize e ser finalista do Man Booker Prize, dois dos mais importantes prêmios de literatura.

 Meu nome é Elizabeth Anne Hawksmith, tenho 384 anos. Cada era exige um novo diário. Assim sendo, começa este livro das sombras. Após a morte, em 1628, de toda a sua família, a menina Elizabeth, de 15 anos, consegue abrigo com o bruxo Gideon Masters. Contudo, ele a aprisiona e a inicia na magia, tornando-a um ser eterno. Com a fuga da jovem, anos depois, o tutor a persegue ao longo dos séculos, passando por momentos importantes da história da humanidade.
Com traços de romance histórico e elementos de fantasia, A Filha da Feiticeira é uma arrebatadora iniciação no mundo mágico, embora perigoso, da feitiçaria. É impossível esquecer essa heroína forte e independente, que sobrevive a pragas e guerras, na busca por se manter fiel a seus princípios.
A autora descreve com destreza épocas e locais distintos ao longo dos tempos, como a Inglaterra de 1628, a Paris de 1917 e os dias atuais. Para isso, Paula Brackston pesquisou durante anos as características das sociedades que lá viviam. No fim, uma certeza: o desejo urgente por uma continuação.
Uma saga de inocência, entremeada de fantasia. Uma história repleta de magia e feitiçaria, ideal para aqueles que buscam uma trama fascinante. O livro é maravilhosamente escrito, possui personagens bem-construídos e uma trama que prende o leitor até o fim.

Charles Dickens é passado. Agora é a vez de Christopher Moore! O Natal mais hilário e horripilante da história. Após falar da juventude desregrada de Jesus em O Cordeiro, e de um funcionário da Morte em Um Trabalho Sujo, o cultuado Christopher Moore ataca agora a magia do Natal e o famoso arcanjo Raziel no hilário Um Anjo Burro.
Era noite, quase Natal, e todos em Pine Cove estão ocupados comprando, embrulhando e trocando presentes. Mas nem todos estão no clima para receber o bom velhinho. O pequeno Joshua Barker, de apenas sete anos, está desesperado: precisa de um verdadeiro milagre. Ele tem certeza de que viu o Papai Noel tomar uma pazada na cabeça e agora não faz outra coisa senão rezar para que ele volte dos mortos.
Para compor o elenco do livro, o autor recorreu a personagens tradicionais do Natal, como o Papai Noel e o arcanjo Raziel, e outros nem tão clássicos, como mortos-vivos e um morcego diferente. O filme baseado no livro está com estreia marcada para novembro de 2013.

[Resenha Internacional] Sweet Evil - Wendy Higgins

Livro: Sweet Evil
Autora: Wendy Higgins
Editora: HarperTEEN
Número de páginas: 453
Classificação: 4,5/5 (favorito)

Minha Opinião:
"Eu senti você ganhando vida quando nos beijamos, e eu sei que você está com medo disso. Com medo de desencadear o outro lado de si mesma. "
 Sinopse: E se houvesse adolescentes cujas vidas dependessem literalmente em ser más influências? Esta é a realidade para os filhos e filhas de anjos caídos.
A boa moça, Anna Whitt, nasceu com o sexto sentido de ver e sentir as emoções de outras pessoas. Ela está ciente de uma luta dentro de si, uma atração inexplicável para o perigo, mas não é assim até que ela completa 16 anos e conhece o sedutor Kaidan Rowe e descobre sua herança terrível e sua  força de vontade é posta à prova. Ele é o garoto seu pai lhe avisou. Se alguém ao menos tivesse avisado Anna.
Forçada a enfrentar seu destino,  Anna  vai abraçar sua aura ou seus chifres?
Sweet Evil é o primeiro livro da série "Sweet trilogy" Quando recebi esse livro, me encantei imediatamente pela capa, quando soube que se tratava de Anjos Caídos, minha empolgação apenas aumentou. Foi meu primeiro livro em inglês, e foi um desafio começar a ler, mas foi super fácil terminá-lo. Confesso que me senti perdida no início (não por causa da narração, mas pela minha mente um tanto enferrujado para a leitura internacional), mas após 5 páginas já estava super entrosada com o ambiente, a história e os personagens. 
O livro é narrado em primeira pessoa por Anna, que é uma garota bem comum no universo literário: é bonita, seu melhor amigo é um garoto, seu pai é ausente e não é exatamente a "garota popular" do colégio. Apesar dos clichês, a história foge de tudo que já li. O romance entre Anna e Kaidan não é o único foco da história, mas foi o que me fez querer ler e ler. A história gira em torno da descoberta de Anna como pessoa e sua função no mundo. Kaidan é apenas responsável em apresentar a Anna, o mundo  dos 7 pecados capitais. É claro que, nessa empreitada, os dois acabam se envolvendo além do combinado, porém o relacionamento entre eles é expressamente proibido. A parte interessante é ver como o amor muda as pessoas, transformando um Kaidan cheio de luxúria, num Kaidan que renuncia seus prazeres para estar com Anna. É uma doce entrega entre os dois, mas as consequências são amargas demais para permitir que eles continuem juntos.
É uma leitura magnífica, capaz de te fazer esquecer de todas as outras tarefas (foi o que aconteceu comigo, até a hora do almoço eu renunciei para saber o que viria na próxima página).
Uma pena que não haja uma versão em português, certamente seria um Best Seller no Brasil.

Resenha por: Brenda Andrade

 

[Watching] The Following

Olá leitores. Hoje retorno com a coluna falando sobre séries, já que ultimamente tenho assistido várias séries novas, e uma delas é a maravilhosa The Following. Não vou negar que o que me chamou atenção mesmo, foi a presença do ator Kevin Bacon - de quem sou fã irrevogável (ele é lindo!!) -  e também por trazer um serial killer que usa os poemas de Edgar Alan Poe (divo), para justificar seus atos criminosos.
Se você assim como eu, é fã de thrillers, essa série foi feita sob medida para você. A tensão está presente em cada episódio, e a série tem me surpreendido a cada novo enigma.


Ryan Hardy (Kevin Bacon) é um agente do FBI aposentado, que é chamado de volta assim que o serial Killer, Carrol, foge da prisão. Joe Carroll é professor de literatura inglesa, escritor, e serial killer aficionado pelos poemas sombrios de Poe. Seu modus operandis é arrancar os olhos de suas vítimas, em uma alusão ao conto O gato preto. Na prisão, ele recruta uma rede de seguidores online, que irão dar continuidade ao seu legado enquanto estiver na prisão.

A série traz um elenco fantástico. Temos o ator James Purefoy no papel de Carrol, e Shawn Ashmore vivendo o agente do FBI Mike, que se inspira em Ryan.
O que mais me encantou, foi a forma como cada episódio explora a mente insana de Carrol, que diz enxergar a beleza na morte. No pilot temos a fuga de Carrol da prisão, e sua insistência em manter Ryan refém de seus joguinhos mentais, que no passado salvou uma jovem de ser morta por ele. Joe alega que o seu trabalho está inacabado, e foge da prisão para ir atrás da Dra. Sarah Fuller (Maggie Grace), que foi a única vítima que escapou com vida. Através de flashbacks, conhecemos quem foi Joe no passado, e também como ele recrutou cada um dos seguidores dispostos a matar por ele.

Os episódios são cercados de tensão e ainda temos o fator surpresa, onde não sabemos o que o próximo seguidor de Carrol irá fazer, ou quem irá matar. Paralelo a isto, temos a ex-mulher de Carrol, Claire, e seu filho Joe, que também são usados por ele com o intuito de provocar Ryan, que no passado teve um caso com Claire, após a prisão de Joe.
Além disso temos toda a problemática envolvendo a vida de Ryan. A culpa por não ter percebido quem Joe era, pois assim que surgiram os primeiros casos envolvendo vítimas que tiveram seus olhos arrancados, Ryan entrevistou Joe para poder ter uma direção a seguir na investigação, já que Carrol lecionava literatura, e demonstrava um interesse especial em Poe. Ryan também precisa lidar com o alcoolismo, embora esse não seja o foco.

O que difere a série de tantas outras que envolvem psicopatas, é o que o foco não está voltado apenas para o assassino, e sim para a mente dos agentes do FBI. Outro fator que me chamou atenção,  é a possibilidade de qualquer um do elenco ser seguidor de Joe, exceto Ryan. Eu desconfio de todos.
Mas não vá assistir pensando encontrar um novo Dexter, e se apaixonar pela mente sombria de Joe. Diferente do meu serial queridinho, que mata somente assassinos, Joe sente prazer em matar mulheres jovens, e totalmente inocentes. Sua mente é tão doentia e distorcida, que ele não hesita em sequestrar o próprio filho - para treiná-lo a fim de seguir seus passos -,  e a ex-esposa para afetar Ryan, alegando que tudo o que ele faz é por ele. Apesar de ser doentio, Carrol é extremamente educado, e muito persuasivo. Acho o maior charme ele recitando alguns trechos dos contos de Poe (hot).
Os episódios seguintes tem mantido o padrão do pilot, focando em um seguidor diferente de Carrol, e unindo suspense e ação na medida certa. A série já virou uma das minhas queridinhas, e fico tensa até lançar o próximo episódio.
Essa semana saiu o episódio 5 da primeira temporada. A série estreou nesta quinta feira no canal pago Warner.
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