[O que eu li] Setembro

Setembro foi um mês que li bastante, até mais do que a meta que impus. Comecei a fazer uma listinha do que devo ler, porque assim me cobro mais, e consequentemente consigo render mais na leitura.
Não teve uma leitura chata esse mês. Favoritei somente um, e nenhum teve nota abaixo de 2. A meta eram 7 livros, mas consegui ler 8, o que considero um bom número (dado o tempo escasso que tenho para ler).



Azar o seu! - Carol Sabar

Já queria ler faz um tempão, e aproveitei que iria conhecer autora na bienal para iniciar minha leitura. Por conta da correria com a bienal demorei pacas com a leitura, mas gostei muito.







É assim que você a perde - Junot Díaz

Gosto de escolher livros aleatórios, e de autores que eu não conhecia (especialmente italianos, espanhóis e franceses), para sair da minha zona de conforto. É como se fosse um desafio, e geralmente sempre tem um livro que eu não dava nada por ele, que consegue me surpreender.
Não foi o caso desse rs A história tinha tudo pra ser boa, só o autor não consegue manter o ritmo eloquente em todos os contos.
Foi a leitura mais fraquinha do mês.








O Chamado do Anjo - Guillaume Musso

Fazia tempos que eu queria ler um livro desse autor, e quando vi essa capa, sinopse e título, pirei. Esperava um romance, e me enganei completamente. Foi um thriller de tirar o fôlego (e o meu sono na madrugada).











Cidades de Papel - John Green

Eu nem precisava me dar o trabalho de ler a sinopse, o autor é John Green, então nem pisco ou penso antes de pensar ler um livro dele.
Estava meio decepcionada depois de OTK, pois achei um pouco boring e com humor forçado em algumas vezes, mas Cidades de Papel serviu para fazer as pazes com o autor.
Tem humor, um draminha básico, personagens carismáticos, e aquele lado filosófico que o titio Green não deixa de fora. Gostei muito, mas não mereceu ir para os favoritos.






O Histórico Infame de Frankie Landau-Banks - E. Lochart

Quando recebi a prova desse livro na bienal, meus olhinhos brilharam. Adoro ler provas!! Então corri para ler o livro que foi super indicado pela Diana (MKT da Cia de Letras) e também pelo John Green. Gostei muito da história, achei a Frankie uma gracinha.











O futuro de nós dois - Jay Asher e Carolyn Mackler

Quando esse livro foi lançado em terras tupiniquins, eu fiquei eufórica desejando. Daí começaram a sair as primeiras resenhas, e algumas foram bem negativas, o que diminui minha ansiedade. Até que um dia eu estava olhando a capa na estante, peguei pra ler, e não consegui mais parar. Eu até almoçava lendo, para vocês terem noção do grau de paixão pelo livro. A historia me levou de volta a minha adolescência, e ah...como foi bom. Virou favorito, e estou tentando fazer a resenha sem me empolgar muito rs






A outra vida - Susanne Winnacker

Nem preciso falar muito né? Zumbis, distopia, e pronto: estou in love.
Foi uma leitura bem gostosinha, e já estou contando os dias pro lançamento do segundo livro.











O Duque e Eu - Julia Quinn

Este livro foi um bônus por assim dizer, pois não estava na meta de setembro, mas como consegui cumprir antes de terminar o mês, peguei ele pra ler. Que leitura deliciosa. Li em dois dias, e estou apaixonada pela família Bridgerton. A resenha está pronta e deve ir ao ar essa semana










Essas foram minhas leituras em setembro. E vocês? O que leram em setembro?
bjos

[Resenha] Sal - Leticia Wierzchowski

Livro: Sal
Autora: Leticia Wierzchowski
Editora: Intrínseca
Número de páginas: 240
Classificação: 3/5

Minha Opinião:

Leticia Wierzchowski  é autora de A Casa das sete mulheres, romance que inspirou a série homônima produzida pela Rede Globo, e foi exibida em trinta países.  Com onze romances e novelas publicados, uma antologia de crônicas, além de cinco livros infantis e infanto-juvenis, a escritora recebeu o Prêmio Açorianos de Literatura em 2012, por Neptuno.

Eu não perdia um capítulo de série A casa das sete mulheres, e foi através dela que tomei conhecimento da autora. Quando soube que a Intrínseca lançaria sua primeira ficção nacional, fiquei bastante curiosa e na expectativa para finalmente conhecer a escrita da Leticia.
Quando as primeiras resenhas de Sal foram publicadas, confesso que fiquei em dúvida se eu gostaria ou não do estilo da narrativa, já que as opiniões foram muito divergentes.  Mas curiosa que sou, precisava ler para tirar as minhas próprias conclusões. Quando o exemplar chegou aqui em casa, comecei a folheá-lo, e lembro-me de ter pensado: Acho que não vou gostar, pois quase não tem diálogos. Minha relação com o livro foi de intenso amor e um pouquinho de decepção, e vou falar o porquê:

A história gira em torno da família Godoy, que reside em uma casa na ilha de La Duiva há mais de sessenta anos. Não ousaria contar mais do que isso, pois estragaria o clima de suspense e mistério.
O primeiro aspecto que preciso comentar é sobre a ambientação do cenário escolhido. A ilha, o mar e o farol parecem ter vida própria.  Guardo maravilhosas recordações da minha infância que passei na praia, e ao ler as descrições do cenário, senti como se estivesse de volta aquele tempo, com os pés fincados na areia, e sentindo o cheiro pungente de maresia. O farol é praticamente um personagem principal e onisciente, que tudo observa. Tanto que ele também ganha um capítulo especial onde é o narrador.
"Nós somos uma estirpe de trágicos. Sei que pode parecer estranho alguém dizer isso...Mas é absolutamente verdade."
A narração é multifocal, sempre em primeira pessoa, onde cada integrante da família ganha voz para contar o seu lado sobre o acontecido. Dividido em três partes, a linguagem não é difícil como eu pensei que seria, e sim tem uma aura poética, que parecia servir de prenúncio para a iminente tragédia.
O primeiro problema que eu achei que teria, seria quanto a quantidade de personagens. Mas não tem como ficar perdido no meio de tantos nomes, já que os nomes escolhidos são marcantes, e conseguem entremear-se na memória do leitor já no primeiro contato. 
Geralmente tenho problemas com histórias sem diálogos, mas isso não aconteceu com Sal. O ritmo da narração é muito ágil, e tão bem escrito que não senti falta deles.
"Creio que a maioria das pessoas espera que as coisas lhe cheguem, que vão ao seu encontro, não é mesmo? Aí está o erro...Às vezes, as coisas não vêm."
A primeira parte foi a que eu mais gostei. Se minha classificação fosse baseada somente nela, minha nota seria 5. O início tem todo um mistério por trás das palavras, e eu me peguei devorando os capítulos, sorvendo cada palavra com muita calma. 
Porém, toda a minha empolgação foi por água a baixo na segunda parte do livro. Esta segunda parte é narrada apenas por Tiberius, o filho mais novo de 6 (Lucas, Julieta, Orfeu, Flora e Eva, Tiberius, em ordem de nascimento). O problema todo foi a falta de timing da autora. Uma revelação que poderia ser feita apenas no final, para ser o ápice da história, acaba sendo revelada fora de hora, e isso acabou com toda a expectativa que eu nutria desde a primeira página para saber qual tragédia aconteceria na família. A impressão que tive era de ter espiado um baita spoiler, e aquilo matou toda a minha animação e interesse. 

A única personagem com o qual me identifiquei foi Cecília, a matriarca da família. Talvez porque o desespero maternal e os sentimentos para com os filhos sejam velhos conhecidos meus. Não senti conexão com nenhum outro personagem, ou drama, nem mesmo com a tragédia, o que foi bem estranho pra mim. Foi como se estivesse observando uma partida de futebol de cima da arquibancada, sem torcer por ninguém. 

O trabalho gráfico não deixa a desejar. As letras são diferenciadas, o que nos ajuda a assimilar cada personagem, e a capa é lindíssima, sombria e combina perfeitamente com o clima do livro. Visualmente é o livro mais lindo da minha estante, com a lombada repleta de cores, que remete a cada cor escolhida para um membro da família.

 Sal é o tipo de livro que me tirou da zona de conforto. Foi uma experiência agradável, embora não tenha me tocado ou emocionado.         

[Informativo] Kiera Cass no Brasil

Se você assim como eu, não perde um evento literário, se ligue, porque no final deste mês a autora da trilogia A Seleção vem ao Brasil \o.
A escritora irá marcar presença em três cidades diferentes, e será possível autografar no máximo 2 livros por pessoa. Confira os locais, e os horários:
Como sou fãzona assumida da trilogia, não irei perder!!!

[Lançamento Outubro] Grupo Editorial Novo Conceito

Outubro já chegou, e o Grupo Editorial Novo Conceito divulgou os lançamentos que irão chegar fresquinhos nas livrarias. Vamos conferir as capas e sinopses:


Dan Cereill levou um encontrão da vida: seu pai faliu, assumiu que é gay e separou-se de sua mãe, tudo de uma vez só. Enquanto isso, sua mãe recebeu de herança uma casa tombada pelo patrimônio histórico que cheira a xixi de cachorro, mas que não pode ser reformada...
E, agora, Dan está vivendo em uma casa-relíquia que parece um chiqueiro, com uma mãe supertriste e sem conseguir falar com o pai — que ele ama muito.
Suas únicas distrações são sua vizinha perfeita, Estelle, e uma lista de coisas impossíveis de fazer, como:
1. Beijar a garota; 2. Arrumar um emprego; 3. Dar uma animada na mãe; 4. Tentar não ser um nerd completo; 5. Falar com o pai quando ele liga; 6. Descobrir como ser bom e não sair abandonando os outros por aí...Mas impossível mesmo será: 1. Não torcer para que Dan supere seus problemas; 2. Não rir muito com os devaneios dele; 3. Não querer ter um cachorrinho como Howard; 4. Não desejar que a mãe de Dan encontre a felicidade; 5. Parar de ler este livro; 6. Não querer abraçar o livro depois de tê-lo terminado...



  No meio de uma terrível nevasca, a cadelinha Rose insiste em dar conta de seu trabalho como pastora enquanto nos deixa a par de suas curiosas reflexões: onde está Katie, que ela nunca mais viu, embora seja capaz de sentir sua presença em todo lugar? Quem será aquele cachorro selvagem que parece seu amigo? Por que Carol, a mula, fica parada mesmo debaixo de toda a neve que cai? E onde foi parar Sam, que sumiu depois daquele barulho todo?
Mas Rose não tem muito tempo para suas reflexões divertidas — e às vezes bem corretas. Agora ela deve voltar sua atenção para uma coisa muito mais séria: correr atrás de Sam, tentar encontrá-lo e, quem sabe, salvá-lo. No entanto, alguns perigos podem ser intransponíveis para uma cachorrinha...


 No meio de uma terrível nevasca, a cadelinha Rose insiste em dar conta de seu trabalho como pastora enquanto nos deixa a par de suas curiosas reflexões: onde está Katie, que ela nunca mais viu, embora seja capaz de sentir sua presença em todo lugar? Quem será aquele cachorro selvagem que parece seu amigo? Por que Carol, a mula, fica parada mesmo debaixo de toda a neve que cai? E onde foi parar Sam, que sumiu depois daquele barulho todo?
Mas Rose não tem muito tempo para suas reflexões divertidas — e às vezes bem corretas. Agora ela deve voltar sua atenção para uma coisa muito mais séria: correr atrás de Sam, tentar encontrá-lo e, quem sabe, salvá-lo. No entanto, alguns perigos podem ser intransponíveis para uma cachorrinha...



Uma embarcação romana naufraga no século IV. Durante a Primeira Guerra Mundial, um navio inglês é destruído por uma bomba. Atualmente, no Oriente Médio, ícones da fé islâmica são bombardeados. E um misterioso pergaminho relacionado à vida particular de Jesus pode limitar o poder da Igreja Católica.Como eventos e fatos tão distantes podem ter alguma relação? O engenheiro naval Dirk Pitt (Diretor da NUMA – Agência Nacional Marítima e Subaquática) está acostumado a explorações subaquáticas — e a revelar mistérios indecifráveis — e parece ser a pessoa mais indicada para trazer a público o elo entre esses episódios tão incompatíveis. Mas a que custo? Uma aventura que mistura ficção e realidade em uma criação cheia de surpresas e mistério. Acompanhe o incansável herói Dirk Pitt em uma história em que arrepiantes artefatos religiosos, a CIA e o Mossad misturam-se às mais magníficas construções da arquitetura medieval. 


 Madora tinha 17 anos quando Willis a “;resgatou”;. Distante da família e dos amigos, eles fugiram juntos e, por cinco anos, viveram sozinhos, em quase total isolamento, no meio do deserto da Califórnia. Até que ele sequestrou e aprisionou uma adolescente, não muito diferente do que Madora mesmo era, há alguns anos...Então, quando todas as crenças e esperanças de Madora pareciam sem sentido — e o pavor de estar vivendo ao lado de um maníaco começava a fazê-la acordar —, Django, um garoto solitário, que não tinha mais nada a perder depois da morte trágica de seus pais, entrou em sua vida para trazê-la de volta à realidade. Quem sabe, juntos, Django, Madora e seu cachorro Foo consigam vislumbrar alguma cor por trás do vasto deserto que ajudou a apagar suas vidas? 


 Os irmãos Allgood nunca desistem de lutar contra os poderes autoritários e desumanos d’O Único Que É O Único, mas, agora, eles estão sem Margô — a jovem e atrevida revolucionária; sem Célia — o grande amor de Whit; e sem seus pais — que provavelmente estão mortos... 
Então, em uma tentativa de esquecer suas tristes lembranças e, ao mesmo tempo, continuar seu trabalho revolucionário, os irmãos vão parar em um concerto de rock organizado pela Resistência onde os caminhos de Wisty e de um jovem roqueiro vão se cruzar. Afinal, Wisty poderá encontrar algo que lhe ofereça alguma alegria em meio a tanta aflição, quem sabe o seu verdadeiro amor...
Mas, quando se trata destes irmãos, nada costuma ser muito simples e tudo pode sofrer uma reviravolta grave, do tipo que pode comprometer suas vidas.
Enquanto passam por perdas e ganhos, O Único Que É O Único continua fazendo uso de todos os seus poderes, inclusive do poder do gelo e da neve, para conquistar o dom de Wisty... Ou para, finalmente, matá-la.


Amelia Wilkes tem um pai rigoroso que não permite que ela namore, mas isso não a impede de viver um romance secreto com o cativante Anthony Winter.
Desesperadamente apaixonados, os dois sonham uma vida juntos e planejam contar tudo sobre seu amor aos pais de Amelia...
Mas só depois que ela completar dezoito anos — e for legalmente reconhecida como adulta. No entanto, a paixão do casal é exposta mais cedo do que o previsto...
Eles são jovens, andam grudados aos seus celulares e postam todo tipo de informação — inclusive aquelas informações mais particulares, que só deveriam dizer respeito a eles mesmos — até que o pai de Amelia encontra fotos de Anthony, nu, no computador de sua filha. Poucas horas depois, Anthony é preso.
Apesar dos protestos de Amelia, seu pai usa de todo o poder e influência entre os policiais, e entre os meios de comunicação, para transformar Anthony em um pervertido que caçava sua inocente filha.
De mãos atadas, cabe aos dois apaixonados arriscar uma última saída, ousada e perigosa, e apagar a acusação de sexting que Anthony recebeu.


Por qual lançamento vocês se interessaram? Estou bem ansiosa para ler Esc@ndalo, que é da mesma autora do livro Souvenir, que eu sempre quis ler. Adeus à inocência, Seis coisas impossíveis, e Esconda-se, também estão na minha listinha de leitura de outubro.
Bjos

[Sorteio] O Chamado do Anjo


Olá peeps. Hoje trago mais um super sorteio em parceria com a Editora Verus, de um livro que tirou meu fôlego, e ficou entre as melhores leituras do ano: O Chamado do Anjo. Para participar é moleza. Basta curtir a página do blog no face e preencher o formulário abaixo. O restante das opções são extras para você ter mais chances de ganhar.
Boa sorte


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