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[Informativo] Kiera Cass no Brasil

Se você assim como eu, não perde um evento literário, se ligue, porque no final deste mês a autora da trilogia A Seleção vem ao Brasil \o.
A escritora irá marcar presença em três cidades diferentes, e será possível autografar no máximo 2 livros por pessoa. Confira os locais, e os horários:
Como sou fãzona assumida da trilogia, não irei perder!!!

[Resenha] A queda dos reinos - Morgan Rodhes

Livro: A Queda dos Reinos - livro #1
Autora: Morgan Rodhes
Editora: Seguinte
Número de páginas: 399
Classificação: 3,5/5

Minha Opinião:

Tramas medievais costumam chamar minha atenção mesmo antes de ler a sinopse, e com este livro não foi diferente.

A guerra entre os três reinos da ilha de Mytica tem início após a morte do filho de um comerciante de vinhos em Paelsia, pelas mãos de Aron, um lorde que vive em Auranos. Jonas, irmão do jovem morto cruelmente, decide ir atrás de sua vingança, e acaba unindo-se ao chefe do seu povo. Assim os reinos de Paelsia e Limeros unem suas forças para atacar Auranos, que após a divisão dos reinos muito tempo atrás, foi o único a se tornar abastado, atraindo o ódio dos outros reis.
No meio de toda conspiração contra Auranos, uma magia a muito tempo adormecida tem início nas mãos de uma jovem adolescente, que foi tida como promessa de ser uma grande feiticeira 16 anos atrás.

Meu primeiro pensamento ao iniciar a leitura de A queda dos reinos, foi que a trama me lembrava vagamente a saga As Crônicas de Gelo e Fogo, só que em um formato compactado, e com ênfase nos personagens juvenis. Enquanto em GOT temos vários reis tentando conquistar o famigerado trono de ferro, aqui os reis lutam pelo reino de Auranos. Conspirações, traições, romance, amores proibidos e óbvio, a cereja do bolo, que é a guerra pelos reinos, recheiam o livro que é narrado em terceira pessoa.

A leitura é extremamente prazerosa, pois é narrada sob o ponto de vista de cada reino. Apesar de termos uma enorme gama de personagens, é impossível ficar perdido, já que a personalidade de cada um é perfeitamente delineada e os difere entre si. No reino de Auranos temos a princesa Cleo, que por fora parece ser uma menina mimada e impulsiva, mas que se revelou uma das maiores surpresas, pela coragem demonstrada ao longo do livro.
No reino de Paelsia temos um povo que sobrevive da plantação de vinhedos, e é devastado pela morte de Tomas, o que dá início a uma grande revolução. Jonas, o jovem representante do reino é movido pelo ódio que sente por Aron e Cleo, após a morte a sangue frio de seu irmão. Em Limeros, temos os irmãos Magnus e Lucia, filhos do rei sanguinário. Magnus nutre um amor proibido pela irmã, que descobre ser uma bruxa com poderes invocados a partir dos quatro elementos.

A mitologia em torno de duas deusas, e a abordagem da parte sobrenatural são muito interessantes. A vida de todos os personagens se interligam de maneira muito sagaz. Fiquei impressionada com a rapidez em que me conectei com a história e os personagens.
Rodhes não tem medo de ousar, e mata seus personagens sem dó e piedade. Juro que fiquei inconsolável em uma morte que eu jamais iria imaginar, e parabenizo a coragem da autora.
 Mas como nem tudo são flores, tenho algumas ressalvas a fazer. A primeira é com o rei Gaius, que possue a fama de ser cruel, impiedoso e sanguinário, só que ao ser confrontado por seu filho ele se torna um verdadeiro maricas. Não deu para "engolir" essa fama, ao ver Magnus respondendo ao pai sem o menor respeito.
Assim como em GOT, é impossível definir de que lado eu irei ficar apenas no primeiro livro. Tenho meus motivos para torcer por Jonas, Cleo e até por Magnus, e pelo desfecho já deu para perceber que o próximo volume da série trará muitas surpresas e revelações.
Imperdível para os fãs de uma boa trama medieval.

[Resenha] Nada é para sempre - Ali Cronin

Livro: Nada é para sempre
Autora: Ali Cronin
Editora: Seguinte
Número de páginas: 271
Classificação: 3,5/5

Minha Opinião:
" - Sarah-que-não-gosta-de-cerveja, preciso de você na minha cama. - Ele sussurou.
Eu entendia o que ele estava dizendo. Eu precisava dele como precisava de oxigênio." (pág. 61)
Ah, a adolescência. Apesar de já ter passado por esta fase muito tempo atrás (é, sou velha assim), ainda me divirto com esse tipo de leitura, que explora as descobertas e paixões dessa época, onde geralmente muitas meninas pensam que irão viver um conto de fadas ao conhecer o primeiro amor (algumas até tem sorte neste quesito).
Esta é a proposta da série garota <3 garoto, que a cada volume irá trazer uma história diferente, onde um grupo de amigos composto por quatro meninas e três meninos irão relatar suas experiências sobre o amor, amizade e sexo.
Neste primeiro volume conhecemos Sarah -  a mais "careta" do grupo - que espera encontrar o garoto certo para viver sua primeira experiência sexual. Durante suas férias em Barcelona ela conhece o mais velho e experiente Joe, e decide se entregar a paixão. Após o final das férias, eles combinam de se encontrar em Londres, onde Joe faz faculdade. Com o passar das semanas, Joe fica cada vez mais esquivo, e a química avassaladora parece fluir apenas na cama. Será que a atração entre eles foi apenas um caso de verão?

Primeiramente, para mergulhar no universo teen de Ali Cronin, você precisa se livrar dos preconceitos quanto a personagens sem nenhum senso. Não só Sarah, mas também suas amigas, possuem um lado inconseqüente que a maioria das adolescentes exibem quando estão no último ano da escola. Nada que não seja condizente com a realidade. E foi justamente isso que me fisgou na leitura: o que acontece com Sarah poderia acontecer com qualquer menina (pode parecer inacreditável, mas existem muitas Sarahs espalhadas por aí). A autora aborda o lado B da experiência amorosa, sem aquele nhenhenhém amoroso, onde nem sempre as coisas saem como o planejado. Porque nem só de romances bem sucedidos vive a literatura.

A narração feita em primeira pessoa, por Sarah, é descontraída e fluida. Os dramas são bem adolescentes, infantis até se você pensar na pseudo-inocência da protagonista, e no quanto ela é cabeçuda, na falta de uma palavra que a melhor descreva. Depois que conhece Joe, sua vida passa a girar em torno dele, o que torna sua convivência com as amigas quase insuportável. Eu só queria entrar no livro e dar umas boas sacudidas nela. O problema todo de Sarah, se resume na fissura que ela sente por Joe. Porém, o livro não gira somente em torno disso. A relação entre Sarah e seus amigos é bem explorada, e entre tantas burradas, a amizade dela com Ollie se fortalece. Ollie é uma doçura de menino, e mal posso esperar para ler mais sobre ele nos outros livros.
O enredo realista, estilo a vida como ela é, me conquistou.  A Editora Seguinte realizou um excelente trabalho com a capa, que possui textura aveludada ao toque.
Entre os livros que serão lançados, a Editora irá publicar os contos em e-book free no site.

[Resenha] Uma garrafa no mar de Gaza - Valérie Zenatti

Livro: Uma garrafa no mar de Gaza
Autora: Valérie Zenatti
Número de páginas: 122
Editora: Seguinte
Classificação: 4,5/5 (favorito)

Minha Opinião:

Tal é uma adolescente israelense de 17 anos, que vive em Jerusalém com a sua família. Após um atentado de um homem-bomba, em um café perto de sua casa, Tal não consegue esquecer o horror causado pelo ataque, e resolve escrever sobre tudo o que a aflige.
Durante uma aula, ela tem a ideia de escrever uma carta, e colocá-la dentro de uma garrafa, para que seu irmão - que trabalha como enfermeiro militar - a jogue no mar de Gaza.

Esperando conhecer uma palestina da mesma idade para compartilhar os mesmos sentimentos de inconformismo pelo confronto que já dura mais de 6 décadas, Tal cria uma conta de e-mail para se comunicar exclusivamente com a pessoa que encontrar a garrafa. Mas para sua surpresa, ela recebe uma resposta de alguém chamado "Gazaman".
" Ela continua sua ofensiva, sem se dar conta. Ela me faz mal, ela me faz bem, me sinto oscilando sobre um fio: à direita para a luz, à esquerda para a noite escura, opaca, sem esperança. Quando sua mensagem chegou, senti o coração pulsando na cabeça. Para começar, isso é impossível, um coração não pode pulsar na cabeça. Mas por que alguma coisa ecoava no meu crânio, então? (pág.72)
Quando solicitei o livro de parceria, nem tinha lido a sinopse. Imaginava que seria sobre uma mensagem na garrafa, mas não tinha ideia que as mensagens seriam trocadas por "inimigos", por assim dizer.
Uma garrafa no mar de Gaza conseguiu me deixar sem palavras. Me desarmou completamente. Não sei exatamente por onde iniciar a resenha, mas devo dizer que a história me emocionou profundamente.
O livro intercala a narração de Tal e Naim - que escrevem sobre o cotidiano em uma espécie de diário - com os e-mails trocados entre eles. A narração em primeira pessoa foi extremamente favorável para explorar a alma dos personagens.
Valérie transformou as poucas páginas de seu romance, em um enredo grandioso, profundo, tocante e revelador. Podemos sentir através de Tal e Naim o medo, e a frustação por estarem de mãos atadas, observando de perto os ataques, sem nenhuma promessa garantida de que um dia haverá paz entre israelenses e palestinos.

A questão histórica sobre os confrontos também é explorada, sem qualquer apelo religioso e sem parecer que estamos em uma sala de aula. Temos a visão de um palestino e uma judia sobre o conflito, e ao ler os relatos de ambos, senti como se eu estivesse no meio de toda essa turbulência causada por anos de guerra. Como seria conviver diariamente com a ameaça de uma explosão? O que sentiria ao presenciar um bombardeio? Qual dos dois lados estaria com a razão? Será que os palestinos se compadecem dos civis que são mortos em mais um ataque bomba, ou comemoram todo e qualquer tipo de morte, até mesmo de inocentes? O desabafo de Naim e Tal conseguem transmitir a exata dimensão do que é viver com esses tipos de questionamento. Podemos ver o sangue manchando as ruas, os sonhos e ideais que se esvaem juntamente com as vítimas, e o pesadelo por nunca se sentir seguro. Acima de tudo, sentimos transbordando em cada desabafo, a esperança por verdadeiros dias de paz.
" Talvez você rasgue esta carta. Talvez você só sinta ódio ao ouvir o nome "Israel" (...) Mas, se esta carta tiver a sorte de encontrar você, se você tiver paciência de lê-la até o fim, se você pensar como eu, que precisamos aprender a nos conhecer, por mil bons motivos, e que queremos construir em meio à paz porque somos jovens, então me responda" (pág. 21)
O romance é apenas um pano de fundo. Eles deveriam se odiar, mas conforme conhecem um pouco mais sobre o outro, acabam nutrindo um sentimento de carinho, amizade, e o desejo de poder se encontrar sem a barreira da tela, mesmo que esse encontro seja efetivamente perigoso e arriscado.
Naim guarda um segredo até o final do livro, e apesar de plausível, senti falta de uma "conclusão", por este motivo classifiquei como 4,5.
Com um enredo denso, sentimentos genuínos explorados de modo magistral e personagens palpáveis, Uma garrafa no mar de Gaza conquistou um lugar de destaque na minha lista de favoritos. Ontem mesmo me peguei relendo alguns trechos que marquei, e certamente será um livro que irei reler muitas vezes.

A capa traz os rostos dos atores que protagonizam o filme, adaptado pelo diretor francês Thierry Binisti. Andei lendo algumas críticas sobre o filme, e pude comprovar que o enredo do livro sofreu muitas alterações. Aconselho que a leitura do livro seja feita antes de assistir a adaptação cinematográfica.

[Resenha] Cósmico - Frank Cottrell Boyce

Livro: Cósmico
Autor: Frank Cottrell Boyce
Editora: Seguinte
Número de páginas: 333
Onde comprar: saraiva
Classificação: 4,5 /5

Minha Opinião:

Liam é um garoto de doze anos que aparenta ser um adulto, graças a sua barba protuberante, e por ser alto demais para a idade.
Por este motivo ele sempre foi confundido como sendo amigo de seu pai, ou pai de alguma colega da escola.

Além da altura, Liam possui uma inteligência acima da média, o que só contribui para o fato de ser confundido com um adulto. Cansado de tentar explicar que é apenas um garoto alto, ele resolve viver várias experiências como adulto. Além de andar em brinquedos proibidos para sua idade, e quase sair dirigindo um porshe de uma loja de automóveis, Liam acaba indo para o espaço, porém, descobre que ser um adulto não é tão fácil e divertido quanto imaginava.
" Tudo estava acontecendo do jeito errado. A vida adulta deveria ser mais divertida. Foi por isso que preferi ser pai a criança. Qual é a graça de abandonar a infância se tudo que você recebe em troca são formulários para preencher?" (pág.128)
Cósmico foi uma grata surpresa. Uma leitura divertida, como um livro infanto-juvenil tem que ser, e com um personagem cativante que vive as mais diversas aventuras. As páginas praticamente voaram, e em um dia devorei o livro inteirinho,e no final ficou o gostinho de quero mais.
Ao me deparar com o dilema de Liam, senti uma verdadeira nostalgia da minha pré-adolescência quando sonhava em ser adulta e claro, conhecer o espaço.
O livro é narrado em primeira pessoa, por Liam, que nos conta como se sente ao ser tratado como um adulto. No início, se passar por um adulto se revela uma aventura muito divertida. Mas a história muda de figura, quando ele precisa fingir que é pai de Flórida - sua colega de escola - para viajar e conhecer em primeira mão o futuro Parque de diversão Infinito.

Apesar de tentar agir como um adulto, Liam sempre deixava seu lado criança aflorar, o que rendia situações muito hilárias. Como todo garoto da sua idade, ele era viciado em jogos, e eu adorava quando ele fazia comparações de várias situações envolvendo a vida real, com o jogo World of Warcraft  (me identifiquei com cada uma delas). Com o passar dos dias longe dos pais, ele acaba sentindo muita falta deles, e percebe que ser adulto não é tão empolgante como parece.
Temos poucos personagens, porém, o autor soube trabalhar perfeitamente cada um, mostrando a questão de quanto os pais estão preocupados que seus filhos sejam sempre os melhores em tudo o que fazem, e acabam se esquecendo que eles são apenas crianças que também precisam de alguns momentos de diversão.

A diagramação deu um toque todo especial, pois no final de cada capítulo tinha o desenho de um foguete.
Amei viajar pelo espaço com Liam. Só não classifiquei o livro com 5 estrelinhas, porque senti que o final poderia ter sido mais elaborado, e rendido mais páginas.
Uma leitura que eu recomendo para todas as idades, especialmente para os adultos, que como eu dariam tudo para voltar no tempo e ser criança outra vez.

[Resenha] A Seleção - Kiera Cass

Livro: A Seleção - livro #1
Autora: Kiera Cass
Editora: Seguinte
Número de páginas: 368
Comprar: Saraiva
Classificação: 4/5

Minha Opinião:

35 garotas terão a oportunidade de suas vidas ao participarem da Seleção, cujo intuito é encontrar uma esposa para o príncipe Maxon.
Muitas dessas meninas esperam ansiosas pelo dia em que a lista com o nome das Selecionadas será divulgada, menos America Singer.
Para ela a competição não passa de uma grande bobagem, além de achar impossível se apaixonar por alguém desta maneira, ainda mais quando seu coração já pertence a outro. No entanto, seu próprio namorado pede para que ela se inscreva.

Nem tudo no palácio é glamour, vestido e jóias valiosas. Os frequentes ataques dos rebeldes, assustam a todos, e acaba tornando o lugar cada vez menos seguro.
A antes resistente America, acaba amolecendo ao conhecer pessoalmente o príncipe. Suas impressões sobre ele não poderiam estar mais erradas, e ao conhecê-lo melhor seus sentimentos ficam divididos.
" - Se o assunto fosse simples, já teria eliminado todas as outras. Sei o que sinto por você. Talvez seja impulso da minha parte ter tanta certeza, mas estou certo de que seria feliz com você." (pág. 349)

A Seleção é mais uma série que eu ficava roendo as unhas para que chegasse ao Brasil, e finalmente a espera teve fim. Recebi um kit lindo da Editora Seguinte (pena que o esmalte quebrou, graças ao carteiro super cuidadoso para não dizer o contrário, e melecou o livro inteirinho).
Não sei se posso considerar o livro como distópico, embora alguns elementos de distopia estejam presentes, como o sistema de castas na qual a Sociedade é dividida. Existem oito castas, sendo as de número 4, 5, 6, 7 e 8, as mais inferiores, e portanto a classe pertencente a elas chegam a passar necessidade em termos de alimentação.
Outro toque distópico, é a rebelião dos menos favorecidos. Os rebeldes, como são chamados o tempo inteiro, tentam invadir o Palácio a fim de reinvindicar algo que não fica muito claro neste primeiro livro.

A narração é feita em primeira pessoa, por America. Tive verdadeiros momentos de amor/ódio pela personagem. O seu romance com Aspen não me convenceu no início. O começo é bastante corrido, e os dois já começam bastante apaixonados. Por pertencer a casta uma casta inferior a da America, os dois mantém o namoro em segredo dos pais.
Não vi necessidade da autora criar um triângulo amoroso, mas confesso que com o tempo acabei me sentindo dividida entre torcer por Aspen ou pelo Maxon.

America é uma narradora forte. Gosto do fato dela não ser alienada como as outras meninas que participam da Seleção, e possuir opinião própria. Apesar de pertencer a casta 5, e passar por necessidades, ela não fica deslumbrada com a vida luxuosa do Palácio, e isso só me fez torcer ainda mais por ela.
Maxon é um príncipe em todos os sentidos. Amei o toque de inocência que a autora deu ao personagem. Não espere romance no estilo meloso, porque tudo é bastante sutil, e a aproximação entre America e Maxon é bem lenta.
Um ponto positivo na narração de Kiera, foi o fato de não ter enrolação. As regras da Seleção são explicadas, bem como funciona a Sociedade e as castas, mas nada que torne o texto enfadonho.

Achei que a autora poderia ter colocado uma pitada a mais de intriga entre as participantes, e um pouco mais de ação nas cenas em que o Palácio sofre os ataques dos rebeldes.
Não consigo entender porque alguns comparam a série com Jogos Vorazes. Talvez seja pela disputa da coroa, mas ao invés do sangue e da arena, temos o palácio e os vestidos luxuosos.
A Editora Seguinte acertou em cheio em manter a capa lindissíma.
Para minha alegria, a CW produziu o pilot da série para as telinhas, e só resta torcer para que o projeto dê certo.
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